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	<title>Artigos &#8211; Revista Destac</title>
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	<title>Artigos &#8211; Revista Destac</title>
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	<item>
		<title>Ozempic prejudica os rins? Descubra a verdade sobre esse medicamento</title>
		<link>https://revistadestac.com.br/ozempic-prejudica-os-rins-descubra-a-verdade-sobre-esse-medicamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 17:33:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Artigo &#8211;Dra Ana carolina Salim Casseb Bochichio / CRM: 192016 Nefrologista/Clínica Médica/ RQE:104509 Medicina do Trabalho Você já ouviu falar do Ozempic? Este medicamento, utilizado no tratamento do diabetes tipo 2, tem ganhado destaque não apenas por sua eficácia no controle da glicose, mas também por seus efeitos na perda de peso. &#160;No entanto, surgem [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Artigo</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211;<strong>Dra Ana carolina Salim Casseb Bochichio / CRM: 192016</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nefrologista/Clínica Médica/ RQE:104509 Medicina do Trabalho</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Você já ouviu falar do Ozempic? Este medicamento, utilizado no tratamento do diabetes tipo 2, tem ganhado destaque não apenas por sua eficácia no controle da glicose, mas também por seus efeitos na perda de peso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;No entanto, surgem dúvidas: será que o Ozempic faz mal para os rins?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>O que é o Ozempic e para que serve?</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ozempic é o nome comercial da semaglutida, um medicamento que ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue em pessoas com diabetes tipo 2. Ele atua estimulando a liberação de insulina e retardando o esvaziamento do estômago, o que contribui para a sensação de saciedade e, consequentemente, para a perda de peso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Qual a relação entre o Ozempic e os rins?</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas se preocupam com os possíveis efeitos do Ozempic nos rins. Estudos clínicos indicam que o uso adequado do medicamento não causa danos renais. Pelo contrário, pesquisas recentes sugerem que a semaglutida pode até proteger os rins, especialmente em pacientes com diabetes tipo 2 e doença renal crônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Benefícios do Ozempic para a saúde renal</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado no New England Journal of Medicine revelou que o uso da semaglutida reduziu em 24% o risco de eventos relacionados à progressão da doença renal crônica em pacientes com diabetes tipo 2. Isso inclui a diminuição da necessidade de diálise ou transplante renal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Cuidados ao utilizar o Ozempic</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos benefícios, é fundamental utilizar o Ozempic sob orientação médica. Efeitos colaterais como náuseas, vômitos e desidratação podem ocorrer, especialmente no início do tratamento. A desidratação, se não tratada, pode afetar a função renal. Por isso, mantenha-se hidratado e informe seu médico sobre qualquer sintoma adverso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Quando o Ozempic pode ser contraindicado?</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ozempic não é recomendado para:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Pessoas com histórico de pancreatite.</li>
</ol>



<ul class="wp-block-list">
<li>Indivíduos com insuficiência renal grave.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Gestantes ou mulheres planejando engravidar.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Conclusão</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ozempic, quando utilizado corretamente e sob supervisão médica, não apenas é seguro para os rins como também pode oferecer benefícios significativos para a saúde renal, especialmente em pacientes com diabetes tipo 2.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Onde encontrar os melhores nefrologistas?</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na CLÍNICA MÉDICA SANTA ANA – CASSEB NEFROLOGIA, você conta com especialistas em saúde renal e um cuidado completo, da prevenção ao tratamento. Cuidar dos rins transforma vidas — conte com a gente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">R. Treze de Maio, 830 &#8211; Centro, Catanduva &#8211; SP</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://www.google.com/search?sca_esv=2e2d5a80f5c2708e&amp;sxsrf=AE3TifMOKbxBWVaZm-fXMpSXbf08PObEFw:1761240410411&amp;q=cl%C3%ADnica+medica+santa+ana+s+c+catanduva+telefone&amp;ludocid=12494911078564515299&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjo_pro67qQAxXkr5UCHYk-D2UQ6BN6BAgsEAI">Telefone</a>:&nbsp;</strong><a href="https://www.google.com/search?q=clinica+medica+santa+ana&amp;oq=clinica+medica+santa+ana&amp;gs_lcrp=EgZjaHJvbWUqBwgAEAAYgAQyBwgAEAAYgAQyDQgBEC4YrwEYxwEYgAQyCAgCEAAYFhgeMggIAxAAGBYYHjIICAQQABgWGB4yCAgFEAAYFhgeMggIBhAAGBYYHjIICAcQABgWGB4yCAgIEAAYFhgeMggICRAAGBYYHtIBCDQ2NzJqMGo3qAIAsAIA&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#">(17) 3525-0835</a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-11-09-2025-15-21-32-1-1-scaled.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-11-09-2025-15-21-32-1-1-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-41068" srcset="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-11-09-2025-15-21-32-1-1-683x1024.jpg 683w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-11-09-2025-15-21-32-1-1-200x300.jpg 200w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-11-09-2025-15-21-32-1-1-768x1152.jpg 768w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-11-09-2025-15-21-32-1-1-1024x1536.jpg 1024w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-11-09-2025-15-21-32-1-1-1365x2048.jpg 1365w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Foto-11-09-2025-15-21-32-1-1-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">-Dra Ana Carolina Salim Casseb Bochichio, Graduada pela Faculdade de Medicina de Fernandópolis, Clínica Médica pela Santa Casa de São Carlos, Nefrologia pela Santa Casa de Ribeirão Preto, Titulada pela Sociedade Brasileira de Nefrologia.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Outubro é o mês das pausas e revisões internas.</title>
		<link>https://revistadestac.com.br/outubro-e-o-mes-das-pausas-e-revisoes-internas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 14:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Artigo *Dra Silvia Helena Cardoso do Amaral &#8211; Psicóloga: CRP06/113107 Entre o “ainda dá tempo” e o “preciso desacelerar”, há um convite bonito: cuidar de si. Chegamos à metade de outubro um ponto do ano em que o tempo parece acelerar, mas o coração pede para desacelerar. Outubro é um período de transição, tanto na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Artigo</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Dra Silvia Helena Cardoso do Amaral &#8211; Psicóloga: CRP06/113107</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre o “ainda dá tempo” e o “preciso desacelerar”, há um convite bonito: cuidar de si.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chegamos à metade de outubro um ponto do ano em que o tempo parece acelerar, mas o coração pede para desacelerar. Outubro é um período de transição, tanto na natureza quanto em nossa vida emocional. O clima muda, as flores se renovam, e nós também somos convidados a refletir, ajustar e cuidar de nós mesmos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É comum sentir uma mistura de sentimentos: ansiedade por metas não cumpridas, gratidão pelo que foi alcançado, nostalgia pelo que passou e esperança pelo que ainda está por vir. Reconhecer essas emoções é essencial: não se trata de pressa, mas de presença. Cada sentimento é uma bússola que nos ajuda a compreender melhor nossas necessidades e desejos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">⸻</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sentimentos e reflexões neste período<br>• Ansiedade por planos que ainda não saíram como esperado;<br>• Gratidão pelo que foi conquistado;<br>• Nostalgia pelo que ficou para trás;<br>• Esperança pelo que ainda podemos realizar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cada sentimento é uma bússola para compreender melhor nossas necessidades e desejos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este é o momento ideal para olhar para dentro e se perguntar:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que realmente importa agora? O que posso ajustar para que minha vida esteja mais alinhada com meus valores?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">⸻</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pequenos gestos de autocuidado que fazem diferença<br>• Pausas conscientes no dia a dia;<br>• Conversas sinceras com pessoas de confiança;<br>• Dedicar tempo a atividades que nutrem a alma;<br>• Revisar prioridades e fortalecer aquilo que realmente importa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recomeçar não exige mudanças externas pode ser apenas uma decisão interna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">⸻</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que a natureza nos ensina<br>• Folhas caem, flores surgem a vida segue em ciclos;<br>• Transições são oportunidades para liberar o que não serve mais;<br>• Fortaleça aquilo que traz sentido, propósito e bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outubro é o lembrete de que mudanças não precisam ser assustadoras. É um convite para serenidade, presença e coragem. Ainda há tempo para refletir, reajustar e florescer mesmo em pequenas ações, no silêncio e na consciência de cada dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mesmo em períodos de mudança, podemos florescer, cuidar de nós mesmos e redescobrir a beleza do presente.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>*Professora, psicopedagoga e psicóloga, Sílvia Helena Cardoso do Amaral é pós-graduada em Psicologia Sexual, Neuropsicologia, Psicanálise Clínica, Saúde Mental e Terapia de Casais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atendimento: Rua Manaus 1049 /esquina com. Rua 24 de fevereiro/ Watsapp: 17 99643-6366</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça os malefícios do consumo abusivo de diuréticos</title>
		<link>https://revistadestac.com.br/conheca-os-maleficios-do-consumo-abusivo-de-diureticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 11:44:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Artigo: Dra Ana Carolina Salim Casseb Bochichio/ CRM: 192016 Os diuréticos são medicamentos que causam aumento do volume de urina, perda urinária de eletrólitos como: potássio, sódio e magnésio, além de água. Quando consumidos em excesso causam desidratação, reduzem a pressão arterial, podem causar arritmias cardíacas, entre outras complicações. O consumo abusivo de diuréticos, assim [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Artigo: <strong>Dra Ana Carolina Salim Casseb Bochichio/  CRM: 192016</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os diuréticos são medicamentos que causam aumento do volume de urina, perda urinária de eletrólitos como: potássio, sódio e magnésio, além de água. Quando consumidos em excesso causam desidratação, reduzem a pressão arterial, podem causar arritmias cardíacas, entre outras complicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O consumo abusivo de diuréticos, assim como acontece com qualquer outro grupo de medicamentos, traz&nbsp;<strong>sérios problemas para a saúde.</strong>&nbsp;Essas substâncias alteram a forma de como o organismo funciona, causando diversos desequilíbrios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os diuréticos são receitados para pessoas com<strong>&nbsp;pressão alta e problemas cardíaco</strong>s, por exemplo, porém, alguns utilizam esse tipo de medicamento com foco em emagrecer. Esse uso indiscriminado e sem o seguimento de um médico é o que traz complicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Consequências do consumo abusivo de diuréticos</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando administrados da forma correta os diuréticos são medicamentos que ajudam a salvar vidas. Isso porque eles<strong>&nbsp;controlam a concentração de sódio</strong>&nbsp;no organismo promovendo a liberação desse mineral juntamente com o excesso de água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São receitados por médicos na dosagem adequada para cada pessoa com o intuito de tratar problemas como&nbsp;<strong>insuficiência renal, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e edemas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A função do diurético é<strong>&nbsp;estimular o funcionamento dos rins</strong>&nbsp;fazendo com que ele produza urina. Dessa forma, controla a pressão arterial e&nbsp;<strong>evita o acúmulo excessivo de sódio</strong>&nbsp;na corrente sanguínea. Os pacientes obesos a retenção de líquido e sódio ocorre com elevada frequência, por isso em situações específicas podem ser utilizados, mas sempre com supervisão médica e nunca de forma indiscriminada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas fazem consumo abusivo de diuréticos com o objetivo de&nbsp;<strong>perda de peso.</strong>&nbsp;É verdade que existe uma redução do peso corporal quando esses medicamentos são administrados, mas porque eles fazem o organismo perder água,&nbsp;<strong>causando desidratação.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução das medidas pode ser bastante atrativa, mas o consumo abusivo de diuréticos traz sérias consequências porque, fazem o organismo&nbsp;<strong>perder mais água do que de costume,</strong>&nbsp;consequentemente, levando a desidratação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há, também, a&nbsp;<strong>perda de potássio</strong>&nbsp;e a&nbsp;<strong>perda de sódio.</strong>&nbsp;Lembrando que os dois são fundamentais para o bom funcionamento do organismo. O potássio atua nas células do sistema nervoso e dos músculos, em especial o cardíaco. Então, consumir muito diurético pode causar arritmia. Já o sódio atua na musculatura e controla a estabilidade da pressão sanguínea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os diuréticos causam&nbsp;<strong>aumento do ácido úrico</strong>&nbsp;no sangue podendo acarretar litíase renal e favorecer o desenvolvimento de<strong>&nbsp;gota e artrite.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Resumindo, quando se toma muito diurético pode ocorrer:</p>



<p class="wp-block-paragraph">queda da pressão arterial;<br>● prejuízos para o funcionamento dos rins e do coração;<br>● fotossensibilidade da pele;<br>● perda de força muscular;<br>● cãibras;<br>● arritmia cardíaca;<br>● perda da termorregulação do corpo;<br>● parada cardíaca;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Recomendação para uso de diuréticos</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de tudo é preciso lembrar que os diuréticos, sejam eles em forma de&nbsp;<strong>cápsulas ou chás</strong>, não são recomendados com o objetivo de&nbsp;<strong>emagrecer.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando os diuréticos são utilizados com o objetivo de perda de peso há uma falsa sensação de emagrecimento. Haverá a perda de líquidos com uma redução do peso corporal e de medidas, porém, a tendência é o organismo voltar ao normal após o efeito do medicamento, ou quando ele deixar de ser administrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você viu que o consumo abusivo de diuréticos pode causar&nbsp;<strong>sérios problemas para saúde</strong>, então, não é indicado que eles sejam consumidos sem a orientação de um especialista. Em resumo, não se pode afirmar, de modo geral, uma quantidade de diuréticos que possa ser tomada todos os dias com segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Quando o diurético deve ser tomado</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os medicamentos com essa ação apenas devem ser administrados conforme a orientação de um médico. A dosagem deve ser ajustada à necessidade do paciente e de acordo com seu&nbsp;<strong>quadro clínico</strong>, também pelo tempo necessário para promover o efeito esperado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso dos&nbsp;<strong>chás diuréticos</strong>, são bebidas que, quando administradas com moderação, n<strong>ão oferecem grandes riscos.</strong>&nbsp;A ingestão de uma xícara por dia não se caracteriza como um consumo abusivo, mesmo assim é preciso ter cuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque as ervas medicinais também têm uma composição química e podem ser contraindicadas em casos específicos, como de pessoas com problemas renais, cardíacos e mulheres gestantes. Portanto, o ideal é sempre <strong>consultar um médico antes de adotar qualquer medida.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/08/HLBfotografia-17-scaled-e1755195045424.jpg"><img decoding="async" width="1024" height="875" src="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/08/HLBfotografia-17-scaled-e1755195045424-1024x875.jpg" alt="" class="wp-image-39781" srcset="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/08/HLBfotografia-17-scaled-e1755195045424-1024x875.jpg 1024w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/08/HLBfotografia-17-scaled-e1755195045424-300x256.jpg 300w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/08/HLBfotografia-17-scaled-e1755195045424-768x656.jpg 768w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/08/HLBfotografia-17-scaled-e1755195045424-1536x1313.jpg 1536w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/08/HLBfotografia-17-scaled-e1755195045424.jpg 1705w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra Ana Carolina Salim Casseb Bochichio / CRM: 192016</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nefrologista/Clínica Médica/ RQE:104509</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medicina do Trabalho</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rua 13 de Maio- 830- Catanduva- SP</p>



<p class="wp-block-paragraph">17-35225586-35250835</p>
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			</item>
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		<title>Você convive ou já conviveu com um Borderline?</title>
		<link>https://revistadestac.com.br/voce-convive-ou-ja-conviveu-com-um-borderline/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 16:37:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Viver com Borderline: intensidade, vulnerabilidade e caminhos de cuidado Artigo pela autoria de Dra Silvia Cardosos do Amaral / CRP06/113107 OTranstorno de Personalidade Borderline (TPB) é muitas vezes mal compreendido. Ele vai além da instabilidade emocional ou dos altos e baixos nos relacionamentos: trata-se de uma maneira intensa de sentir o mundo, de se conectar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Viver com Borderline: intensidade, vulnerabilidade e caminhos de cuidado</p>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo pela autoria de <strong>Dra Silvia Cardosos do Amaral / CRP06/113107</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">OTranstorno de Personalidade Borderline (TPB) é muitas vezes mal compreendido. Ele vai além da instabilidade emocional ou dos altos e baixos nos relacionamentos: trata-se de uma maneira intensa de sentir o mundo, de se conectar com os outros e de experienciar a própria vida.<br><br>Quem vive com borderline frequentemente sente emoções de forma amplificada, passando rapidamente da alegria à tristeza ou à raiva. Existe também um medo profundo de abandono, que pode levar à autoexclusão, à dependência emocional ou a buscas intensas por proximidade, mesmo que isso traga sofrimento. Esse paradoxo , desejar conexão, mas temer ser ferido ,é uma das experiências centrais do transtorno.<br><br>Alguns comportamentos de risco podem surgir como tentativas de lidar com essa dor intensa: impulsividade, abuso de álcool ou outras substâncias, gastos compulsivos, comportamentos sexuais de risco e até automutilação. Não se trata de fraqueza ou falta de caráter; são maneiras desesperadas de tentar equilibrar emoções avassaladoras.<br><br>No campo dos relacionamentos, a pessoa borderline pode se apegar com intensidade a quem demonstra afeto, mas também se afastar ou se alinhar a vínculos que não oferecem cuidado genuíno, reforçando sentimentos de solidão e abandono.<br><br>É essencial lembrar que o TPB não define a pessoa. Por trás dos sintomas e comportamentos de risco existe um ser humano que sente profundamente e que precisa de acolhimento, compreensão e estratégias para regular suas emoções. Psicoterapia, apoio familiar, compreensão social e, quando necessário, acompanhamento medicamentoso oferecem caminhos para uma vida mais equilibrada e relacionamentos mais seguros.<br><br>Falar sobre borderline é também falar de empatia: reconhecer a dor, acolher a vulnerabilidade e oferecer cuidado. A intensidade das emoções não precisa ser sofrimento. Com apoio adequado, é possível transformar vulnerabilidade em força, aprender a lidar com sentimentos intensos e construir vínculos mais saudáveis e afetuosos.<br>Quem vive com borderline merece cuidado, escuta e esperança. Com acolhimento, é possível sentir profundamente sem se perder, amar sem sofrer e se reconectar consigo mesmo e com os outros.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5ª edição) define o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) como um padrão pervasivo de instabilidade nas relações interpessoais, na autoimagem e nos afetos, com impulsividade acentuada, presente desde o início da idade adulta e em contextos variados. O diagnóstico deve ser feito por profissional qualificado, considerando a gravidade, a frequência e o impacto funcional dos sintomas. É importante lembrar que o TPB não é uma escolha, nem define caráter ou valor da pessoa, e o tratamento (psicoterapia, apoio social, e em alguns casos medicação) pode trazer grande melhora na qualidade de vida.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/09/fc15a209-7611-400a-9b8e-be9fd01fa8bd-1.jpg"><img decoding="async" width="625" height="1024" src="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/09/fc15a209-7611-400a-9b8e-be9fd01fa8bd-1-625x1024.jpg" alt="" class="wp-image-40137" srcset="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/09/fc15a209-7611-400a-9b8e-be9fd01fa8bd-1-625x1024.jpg 625w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/09/fc15a209-7611-400a-9b8e-be9fd01fa8bd-1-183x300.jpg 183w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/09/fc15a209-7611-400a-9b8e-be9fd01fa8bd-1-768x1259.jpg 768w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/09/fc15a209-7611-400a-9b8e-be9fd01fa8bd-1.jpg 781w" sizes="(max-width: 625px) 100vw, 625px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">*<strong>Professora, psicopedagoga e psicóloga, Sílvia Helena Cardoso do Amaral é pós-graduada em Psicologia Sexual, Neuropsicologia, Psicanálise Clínica, Saúde Mental e Terapia de Casais.</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Silvia Helena Cardoso do Amaral / CRP06/113107</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Watsapp: (<strong>17) 99643-6366</strong> / <strong>Rua Manaus 1049 /esquina com. Rua 24 de fevereiro</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Impacto do Tabagismo na Saúde Renal</title>
		<link>https://revistadestac.com.br/o-impacto-do-tabagismo-na-saude-renal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 18:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem estar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistadestac.com.br/?p=39780</guid>

					<description><![CDATA[Artigo *Dra Ana Carolina Salim Casseb Bochichio Você sabia que o tabagismo não afeta apenas os pulmões, mas também pode ter sérias consequências para os rins? Os rins desempenham um papel crucial na remoção de toxinas e resíduos do corpo, além de regular o equilíbrio de fluidos e minerais. O tabagismo é um dos principais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Artigo</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>*Dra Ana Carolina Salim Casseb Bochichio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Você sabia que o tabagismo não afeta apenas os pulmões, mas também pode ter sérias consequências para os rins? Os rins desempenham um papel crucial na remoção de toxinas e resíduos do corpo, além de regular o equilíbrio de fluidos e minerais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tabagismo é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças renais. Estudos mostram que os fumantes têm um risco significativamente maior de desenvolver doença renal crônica em comparação com não fumantes. Isso ocorre devido aos efeitos prejudiciais do tabaco sobre a função renal, incluindo a redução do fluxo sanguíneo para os rins e o aumento da pressão arterial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fumar está associado a um maior risco de desenvolver condições renais como nefropatia diabética e glomerulonefrite. Além disso, o tabagismo pode agravar o prognóstico de pacientes já diagnosticados com doença renal, aumentando a progressão para estágios mais avançados da doença e reduzindo a eficácia dos tratamentos disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, é fundamental que os pacientes com doença renal evitem o tabagismo para preservar a função renal e melhorar sua qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os profissionais de saúde devem orientar os pacientes sobre os danos do tabaco à função renal e incentivar a cessação do hábito de fumar como parte do tratamento da doença renal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, o tabagismo exerce um impacto negativo significativo sobre a função renal, aumentando o risco de desenvolvimento e progressão de doenças renais. Portanto, a prevenção e o controle do tabagismo são essenciais para proteger a saúde dos rins e prevenir complicações graves associadas às doenças renais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parar de fumar é uma das melhores medidas que você pode tomar para proteger a saúde dos seus rins. Ao abandonar o tabagismo, você não só reduzirá significativamente o risco de desenvolver problemas renais, mas também melhorará a eficácia dos tratamentos, caso já esteja enfrentando uma doença renal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuide dos seus rins, cuide da sua saúde. Diga não ao tabagismo e dê um passo importante em direção a uma vida mais saudável e vibrante. Seu corpo agradece, seus rins agradecem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra Ana Carolina Salim Casseb Bochichio / CRM: 192016</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nefrologista/Clínica Médica/ RQE:104509</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medicina do Trabalho</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rua 13 de Maio- 830- Catanduva- SP / 17-35225586-35250835</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Medicamentos nefrotóxicos: por que alguns remédios fazem mal aos rins.</title>
		<link>https://revistadestac.com.br/medicamentos-nefrotoxicos-por-que-alguns-remedios-fazem-mal-aos-rins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 19:47:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Esses medicamentos são conhecidos como medicamentos nefrotóxicos e podem causar danos significativos ao sistema renal se não forem utilizados corretamente. Neste artigo você confere quais os medicamentos nefrotóxicos mais comuns, seus efeitos sobre os rins e algumas medidas preventivas que podem ser adotadas. Quando os medicamentos nefrotóxicos são perigosos A expectativa de vida da população [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<ul class="wp-block-list">
<li>Artigo</li>



<li><strong>Dra Ana Carolina Salim Casseb Bochichio</strong>/ <strong>CRM: 192016</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses medicamentos são conhecidos como medicamentos nefrotóxicos e podem causar danos significativos ao sistema renal se não forem utilizados corretamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo você confere quais os medicamentos nefrotóxicos mais comuns, seus efeitos sobre os rins e algumas medidas preventivas que podem ser adotadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Quando os medicamentos nefrotóxicos são perigosos</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A expectativa de vida da população global, de modo geral, tem aumentado. O que significa que estamos envelhecendo e uma consequência natural é que algumas condições, como a doença renal, sejam mais frequentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, a doença renal crônica (DRC) pode ter seu quadro agravado em função da má administração de medicamentos nefrotóxicos, como analgésicos, antibióticos e anti-inflamatórios. Com o aumento da expectativa de vida da população, é natural que algumas doenças ganhem mais destaque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, no caso da doença renal, por exemplo, pacientes podem ter o seu quadro agravado em razão do uso sem controle de remédios nefrotóxicos, relacionados, principalmente, ao controle da dor, como <strong>analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que o paciente deve evitar essas medicações quando elas são devidamente prescritas por um médico para tratar uma determinada condição. Pelo contrário. O principal risco associado à nefrotoxicidade destes remédios está justamente na <strong>automedicação</strong> — prática em que o paciente ministra os remédios ou altera a sua dose por conta própria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Quais são os medicamentos nefrotóxicos?</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem vários medicamentos comuns que têm o potencial de nefrotoxicidade. Entre os principais estão os anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), como o diclofenaco e o ibuprofeno, que podem causar lesão renal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agentes antibióticos — como os aminoglicosídeos, anfotericina B e pentamidina — também são conhecidos por sua nefrotoxicidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lesão renal por conta de analgésicos já foi muito comum. <strong>Paracetamol e Dipirona não são nefrotóxicos.</strong> Porém, seu uso prolongado e diário também pode acarretar problemas renais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, certos medicamentos utilizados no tratamento do câncer, como a cisplatina, também podem ter efeitos tóxicos aos rins.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto de atenção são os contrastes de exames radiológicos. Pacientes com doença renal devem evitar o contraste. Além disso, precisam de uma preparação caso o exame seja inevitável. Tomografia computadorizada, angiografia, cateterismo, urografia excretora e ressonância magnética são alguns dos principais exames radiológicos que utilizam contrastes que são medicamentos nefrotóxicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Os 10 medicamentos nefrotóxicos mais perigosos</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No mundo da medicina nós sabemos que alguns medicamentos, embora muito positivos para algumas patologias, podem ser um verdadeiro veneno para outros órgãos do corpo, como rins, fígado ou estômago.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É papel do médico cuidar para que a dosagem esteja correta e o período de tratamento tenha início e fim, além de ser essencial que o paciente não tome remédios sem a supervisão ou prescrição de um médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ajudá-los com isso, separamos os <strong>10 medicamentos nefrotóxicos mais perigosos para quem possui problemas renais.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>1. AINEs (Anti-inflamatórios não esteroides):</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplos: Ibuprofeno, Naproxeno</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podem causar lesões renais, especialmente em doses elevadas ou uso prolongado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>2. Inibidores da ECA (Enzima Conversora de Angiotensina):</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplos: Captopril, Enalapril</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de serem comuns para pressão alta, podem levar a problemas renais, especialmente em pacientes com função renal pré-comprometida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>3. Antibióticos Aminoglicosídeos:</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplos: Gentamicina, Amicacina</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amplamente usados, mas podem causar danos ao ouvido e aos rins.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>4. Contraste Radiológico:</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Usado em exames de imagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode causar nefropatia de contraste, uma condição séria que afeta os rins.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>5. Lítio:</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Usado no tratamento de transtornos psiquiátricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode causar nefrite tubulointersticial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>6. Ciclosporina:</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Medicamento imunossupressor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Usado em transplantes, mas pode levar à disfunção renal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>7. Diuréticos de Alça:</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplos: Furosemida, Bumetanida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podem causar desequilíbrios eletrolíticos e lesões renais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>8. Metformina:</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Comum para diabetes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode levar à acidose láctica, afetando os rins.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>9. Quimioterápicos:</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversos agentes podem ser nefrotóxicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importante discutir os riscos com um oncologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>10. Medicamentos Anti-hipertensivos:</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns, como os bloqueadores dos receptores de angiotensina (BRA), podem impactar os rins.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Sinais de Alerta</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A lesão renal pode levar à diminuição da função renal, acúmulo de toxinas no organismo e desequilíbrios eletrolíticos. <strong>Os sinais de alerta de medicamentos nefrotóxicos incluem presença de sangue ou proteínas na urina.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por outro lado, na maioria das vezes, a diminuição da atividade renal ocorre de forma silenciosa. O check-up médico regular é fundamental para garantir o bom funcionamento dos rins, que pode ser avaliado por meio de exames de sangue e urina.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Prevenção e Cuidados</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em pacientes renais, uma abordagem fundamental é ajustar as doses dos medicamentos, pois a função renal reduzida pode levar à acumulação de medicamentos no organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O monitoramento regular da função renal durante o tratamento também é crucial para detectar precocemente quaisquer sinais de medicamentos nefrotóxicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a hidratação adequada pode ajudar a proteger os rins, diluindo a concentração de substâncias nocivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A automedicação é o principal risco associado aos medicamentos nefrotóxicos. Siga sempre a prescrição e procure seu médico após identificar qualquer alteração no seu estado de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>*Dra Ana Carolina Salim Casseb Bochichio</strong> / <strong>CRM: 192016</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nefrologista/Clínica Médica/ RQE:104509</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medicina do Trabalho</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rua 13 de Maio- 830- Catanduva- SP</p>



<p class="wp-block-paragraph">17-35225586-35250835</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quais são os impactos do consumo excessivo de bebidas alcoólicas nos rins?</title>
		<link>https://revistadestac.com.br/quais-sao-os-impactos-do-consumo-excessivo-de-bebidas-alcoolicas-nos-rins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 18:41:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Artigo *Dra Ana Carolina Salim Casseb / CRM: 192016 Em meio a celebrações e momentos festivos, é crucial estar ciente dos impactos que o consumo excessivo de álcool pode ter em nossos órgãos vitais, especialmente nos rins. Como o consumo excessivo de álcool afeta os rins? O álcool é um diurético, aumentando a produção de urina e potencialmente levando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Artigo</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Dra Ana Carolina Salim Casseb / CRM: 192016</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio a celebrações e momentos festivos, é crucial estar ciente dos impactos que o consumo excessivo de álcool pode ter em nossos órgãos vitais, especialmente nos rins.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Como o consumo excessivo de álcool afeta os rins?</u></strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Desidratação</strong></li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">O álcool é um diurético, aumentando a produção de urina e potencialmente levando à desidratação. Isso coloca uma sobrecarga nos rins, afetando sua capacidade de filtrar eficientemente os resíduos do sangue.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pressão Arterial</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O álcool está associado ao aumento da pressão arterial, o que pode prejudicar os vasos sanguíneos dos rins. A hipertensão arterial crônica pode resultar em lesões renais progressivas.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Inflamação</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O consumo excessivo de álcool pode desencadear processos inflamatórios nos tecidos renais, contribuindo para lesões e aumentando o risco de DRC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Doença Renal Crônica é uma condição que pode se desenvolver gradualmente, comprometendo a função renal ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>Como aproveitar as festividades de forma consciente?</u></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Beba de forma moderada, respeitando as diretrizes de saúde. Evite exageros e tenha atenção com a procedência e condições das bebidas consumidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mantenha-se hidratado. Caso opte por ingerir bebidas alcoólicas, beba água regularmente para prevenir a desidratação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Escolha refeições equilibradas. Alimentos nutritivos apoiam a saúde renal e ajudam a mitigar os efeitos do álcool.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tenha atenção aso sinais do seu corpo. Caso sinta algum mal-estar, embriaguez ou até mesmo fadiga, tente desacelerar e respeitar seus limites.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Priorize o descanso. O sono adequado é vital para a recuperação dos órgãos, incluindo os rins.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se tiver preocupações sobre a saúde renal, consulte um nefrologista para avaliação e orientação específica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Dra Ana Carolina Salim Casseb / CRM: 192016</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nefrologista/Clínica Médica/ RQE:104509</p>



<p class="wp-block-paragraph">Medicina do Trabalho</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rua 13 de Maio- 830- Catanduva- SP</p>



<p class="wp-block-paragraph">17-35225586-35250835</p>


]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome da Boazinha: Quando Agradar os Outros Custa Sua Saúde Mental</title>
		<link>https://revistadestac.com.br/sindrome-da-boazinha-quando-agradar-os-outros-custa-sua-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 23:43:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem estar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistadestac.com.br/?p=38933</guid>

					<description><![CDATA[Artigo *Dra Silvia Helena Cardoso de Moraes Você sente culpa por dizer “não”? Está sempre se adaptando às necessidades dos outros, mesmo que isso te machuque? Talvez você esteja vivendo a Síndrome da Boazinha. O que é a Síndrome da Boazinha? Não é um diagnóstico clínico, mas um nome popular para um padrão comportamental em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Artigo</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Dra Silvia Helena Cardoso de Moraes</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você sente culpa por dizer “não”? Está sempre se adaptando às necessidades dos outros, mesmo que isso te machuque? Talvez você esteja vivendo a Síndrome da Boazinha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é a Síndrome da Boazinha?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é um diagnóstico clínico, mas um nome popular para um padrão comportamental em que a pessoa muitas vezes mulheres, mas não só sente que precisa ser sempre gentil, prestativa e disponível. Por trás disso, existe o medo profundo de rejeição, abandono ou conflito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa “boazinha” diz sim quando quer dizer não, evita confrontos a qualquer custo e coloca as necessidades dos outros acima das suas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que está por trás desse comportamento?<br>• Infância marcada por exigências emocionais: crianças que foram elogiadas apenas quando se comportavam bem ou agradavam os adultos aprendem a associar amor à obediência e autoanulação.<br>• Medo de rejeição: dizer “não” pode trazer à tona o medo inconsciente de ser deixada, ignorada ou considerada egoísta.<br>• Necessidade de validação externa: a aprovação alheia vira o principal termômetro de valor pessoal.<br>• Resposta de apaziguamento (fawn): um dos quatro tipos de resposta ao trauma (lutar, fugir, congelar e agradar) é o de apaziguar. A pessoa tenta controlar o ambiente sendo “boazinha”, na esperança de evitar conflitos ou violência emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os riscos da “boazinha crônica”<br>• Esgotamento emocional<br>• Relações desequilibradas e abusivas<br>• Raiva reprimida e baixa autoestima<br>• Perda de identidade e propósito</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como sair desse ciclo?<br>1. Reconheça que ser boazinha não é sinônimo de ser boa.<br>Você pode ser empática, justa e gentil sem se anular.<br>2. Comece a identificar seus limites.<br>Onde você sente desconforto, raiva ou cansaço? Esses são sinais claros de que algo precisa mudar.<br>3. Pratique o “não” com pequenas coisas.<br>Dizer não não te torna egoísta te torna honesta.<br>4. Busque apoio terapêutico.<br>Trabalhar essas raízes com um profissional pode acelerar (e muito) o processo de mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conclusão</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ser gentil é lindo. Mas se isso custa sua paz, seu sono e sua autoestima, talvez seja hora de revisar o que significa “ser boa”. Você não está aqui para se sacrificar por todos. Você está aqui para viver com verdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Professora, psicopedagoga e psicóloga, Sílvia Helena Cardoso do Amaral é pós-graduada em Psicologia Sexual, Neuropsicologia, Psicanálise Clínica, Saúde Mental e Terapia de Casais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Silvia Helena Cardoso do Amaral / CRP06/113107</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/06/esse.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="582" src="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/06/esse-1024x582.jpg" alt="" class="wp-image-38936" srcset="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/06/esse-1024x582.jpg 1024w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/06/esse-300x170.jpg 300w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/06/esse-768x436.jpg 768w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/06/esse.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Watsapp: 17 99643-6366</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rua Manaus 1049 /esquina com Rua 24 de Fevereiro</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a alimentação pode contribuir para melhorar a vida das mulheres com endometriose?</title>
		<link>https://revistadestac.com.br/como-a-alimentacao-pode-contribuir-para-melhorar-a-vida-das-mulheres-com-endometriose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 22:21:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistadestac.com.br/?p=38893</guid>

					<description><![CDATA[Artigo *Dra Isadora Melhado do Nascimento A Endometriose é uma doença ginecológica inflamatória, que se caracteriza pelo crescimento de tecido endometrial (tecido que reveste internamente o útero) fora do útero, podendo comprometer diversos locais, como ovários, intestino, bexiga e parede abdominal. Pode causar dismenorreia (cólica menstrual intensa) e dor pélvica incapacitantes, dispareunia (dor na relação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Artigo</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Dra Isadora Melhado do Nascimento</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Endometriose é uma doença ginecológica inflamatória, que se caracteriza pelo crescimento de tecido endometrial (tecido que reveste internamente o útero) fora do útero, podendo comprometer diversos locais, como ovários, intestino, bexiga e parede abdominal. Pode causar dismenorreia (cólica menstrual intensa) e dor pélvica incapacitantes, dispareunia (dor na relação sexual), alterações urinárias e intestinais, infertilidade, fadiga, aumento do volume abdominal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mediadores inflamatórios, aspectos imunológicos, estresse oxidativo e genética são alguns fatores que influenciam o seu surgimento. Um ambiente hormonal favorável e uma resposta imunológica ineficiente para destruir as células do endométrio localizadas fora do útero, promovem o crescimento dos focos de endometriose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das intervenções médicas (cirurgias/medicamentos), o tratamento nutricional tem recebido cada vez mais atenção nos últimos anos, não apenas como fator de risco mutável, mas também como uma nova abordagem terapêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dieta é um potencial fator de risco modificável para a endometriose. O padrão da dieta quanto ao seu potencial inflamatório pode exercer um papel importante na regulação da inflamação crônica da endometriose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dieta do tipo ocidental, caracterizada pelo elevado consumo de carne, alimentos ultraprocessados, alimentos ricos em gordura e grãos refinados, tem sido associada a níveis elevados de fatores pró inflamatórios. Já a dieta do Mediterrâneo conhecida pelo elevado consumo de grãos integrais, frutas, vegetais, peixes, moderado consumo de álcool e baixo consumo de carne vermelha tem sido associada a menores níveis de inflamação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A literatura tem afirmado que as mulheres com endometriose apresentam um padrão dietético mais inflamatório. Uma alimentação pró-inflamatória contribui para o processo de estresse oxidativo, que está associado à piora clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns alimentos demonstram a capacidade de interferir na patogênese da doença, diminuindo o seu risco e gravidade. Entre os que diminuem o risco estão: vegetais, legumes e grãos integrais; alimentos ricos em folato, vitamina B6, vitaminas A, C e E.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FRUTAS: São fontes de vitaminas e minerais que colaboram para melhorar a imunidade e controlar a inflamação. Possuem efeitos antioxidantes, reduzindo a inflamação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">FIBRAS: promovem a saúde intestinal, influenciam no equilíbrio hormonal. Os alimentos ricos em fibras são:&nbsp; Cereais integrais, leguminosas, sementes, verduras e legumes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;GORDURAS BOAS Os ácidos graxos monoinsaturados e poliinsaturados (ômega 3), podem exercer papel anti-inflamatório. Como óleos vegetais (azeite, soja, gergelim), abacate, amendoim, castanhas, nozes, amêndoas e semente de girassol, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em função do diagnóstico invasivo, do tratamento clínico muitas vezes ineficaz e das repercussões que a endometriose causa na vida da paciente, o tratamento nutricional adequado assume grande relevância como parte do cuidado terapêutico dessa patologia, pois pode vir a contribuir para o controle da doença, dos sintomas e para a melhoria da qualidade de vida dessas mulheres, além de um transito intestinal e uma microbiota favorável.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/06/card-Isadora.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="1004" height="591" src="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/06/card-Isadora.png" alt="" class="wp-image-38894" srcset="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/06/card-Isadora.png 1004w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/06/card-Isadora-300x177.png 300w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/06/card-Isadora-768x452.png 768w" sizes="(max-width: 1004px) 100vw, 1004px" /></a></figure>



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<p class="wp-block-paragraph">Insta: @iisamelhado.nutri</p>
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		<title>A Vida Tem o Sabor de Uma Maçã: Ácida, Doce e Inesquecível</title>
		<link>https://revistadestac.com.br/a-vida-tem-o-sabor-de-uma-maca-acida-doce-e-inesquecivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sonia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 11:37:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Artigo *Dra Silvia Helena Cardoso do Amaral / CRP06/113107 Morder uma maçã parece uma coisa simples. Mas se você parar para sentir de verdade, vai perceber que há ali uma dança de sabores, uma mistura inesperada de sensações. O primeiro toque é ácido. Quase um choque. Um despertar. E então, aos poucos, o doce vai [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Artigo</p>



<p class="wp-block-paragraph">*Dra Silvia Helena Cardoso do Amaral / CRP06/113107</p>



<p class="wp-block-paragraph">Morder uma maçã parece uma coisa simples. Mas se você parar para sentir de verdade, vai perceber que há ali uma dança de sabores, uma mistura inesperada de sensações. O primeiro toque é ácido. Quase um choque. Um despertar. E então, aos poucos, o doce vai surgindo, preenchendo o paladar como quem pede calma e entrega.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a vida… ah, a vida não é tão diferente assim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem dias em que tudo parece ácido.<br>Acordamos com um aperto no peito, com a sensação de que o mundo pesa mais do que o habitual. Acontecem perdas, rupturas, silêncios que gritam. Momentos em que parece que estamos mordendo só a parte amarga da existência, como se a doçura tivesse esquecido da gente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não esquece. Ela vem.<br>Ela sempre vem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vida tem essa forma de nos testar, de nos levar ao limite para depois nos devolver esperança em detalhes pequenos ,um olhar carinhoso, um pôr do sol inesperado, uma mensagem que chega no momento certo. Como o sabor doce que aparece depois da acidez da maçã, a vida também nos presenteia com instantes de alívio, de alegria, de paz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E talvez o segredo não seja esperar só os momentos doces, mas aprender a saborear tudo.<br>Porque o ácido também tem seu valor.<br>Ele limpa, acorda, prepara. Ele nos dá contraste, profundidade. Ensina.<br>Sem ele, o doce seria apenas comum. Sem graça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada pessoa vive esse sabor de um jeito.<br>Alguns vivem fases longas de acidez, como quem atravessa desertos em silêncio. Outros encontram doçuras com facilidade, mas ainda assim sabem que a qualquer momento o sabor pode mudar. Porque é assim que a vida é feita: de ciclos, de contrastes, de extremos que se encontram no meio do caminho.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/05/maca-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="333" src="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/05/maca-1.jpg" alt="" class="wp-image-38600" srcset="https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/05/maca-1.jpg 500w, https://revistadestac.com.br/wp-content/uploads/2025/05/maca-1-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">E como a maçã, a vida também tem seu núcleo,o coração, onde estão as sementes.<br>Ali mora o que realmente importa. As raízes do que somos, as verdades que guardamos, as escolhas que fizemos. O que vai florescer no amanhã depende da forma como vivemos cada mordida do agora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às vezes, é preciso coragem para morder a vida com os dois pés no chão e o coração aberto.<br>Aceitar que haverá dias ácidos e dias doces.<br>Que haverá lágrimas, mas também gargalhadas.<br>Que a dor não vem para destruir, mas para transformar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez, no fundo, a vida só peça isso da gente:<br>Presença.<br>Entrega.<br>Coragem para sentir tudo o que arde e o que cura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, da próxima vez que você tiver uma maçã nas mãos, não tenha pressa.<br>Morda devagar.<br>Sinta.<br>E lembre-se: cada sabor é um lembrete de que viver é isso experimentar tudo, com inteireza, com verdade, com fé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque a vida, como a maçã, pode surpreender e no meio da acidez, sempre há espaço para o doce.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>*Professora, psicopedagoga e psicóloga, Sílvia Helena Cardoso do Amaral é pós-graduada em Psicologia Sexual, Neuropsicologia, Psicanálise Clínica, Saúde Mental e Terapia de Casais</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Watsapp: 17 99643-6366 / Rua Manaus 1049 /esquina com a Rua 24 de fevereiro</strong></p>
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